O processo de transformação da bobina de alumínio em lata é bastante extenso e complexo. O primeiro passo consiste na formação do corpo, onde o alumínio laminado, em formato de bobina, entra na prensa de estampagem, a qual lhe dá a forma de um copo. Neste estágio o alumínio ainda apresenta a espessura original em que se encontrava na bobina.
No estágio seguinte, os copos seguem para uma outra prensa onde suas paredes externas sofrerão um estiramento. Nesta fase do processo as paredes externas diminuirão de espessura e na saída da prensa, as bordas serão aparadas fazendo com que todas as latas tenham a mesma altura.
Em seguida, na lavadora, as latas passam por vários banhos e após o forno de secagem, as latas estarão limpas, secas, e esterilizadas.
Para rotular as mesmas, o processo de impressão utilizado é a flexografia, onde as latas podem receber várias cores simultaneamente. Em cada máquina, consegue-se imprimir até 2.200 latas por minuto.
O passo seguinte é o revestimento interno onde as latas recebem uma camada de proteção que impossibilita o contato da bebida com o alumínio. Após esta aplicação, as latas passam pelo forno de secagem.
A última etapa do processo de fabricação é a moldagem do “pescoço” e do perfil da borda da lata para o encaixe da tampa. Este processo tem o intuito de diminuir o diâmetro da tampa, gerando assim uma economia de matéria prima e, consequentemente, uma redução no custo da embalagem.